« julho 2007 | Entrada | setembro 2007 »

agosto 31, 2007

Composição


Composição, originally uploaded by Cainha.

Publicado por Cainha às 11:48 AM | Comentários (0) |

Cornos


Cornos, originally uploaded by Cainha.

Cornos saliente, foi o que mais me chamou a atenção na fachada da Igreja :)

Publicado por Cainha às 11:43 AM | Comentários (0) |

agosto 29, 2007

Amarelo II


Amarelo II, originally uploaded by Cainha.

Publicado por Cainha às 09:39 PM | Comentários (0) |

Amarelo I


Amarelo I, originally uploaded by Cainha.

Publicado por Cainha às 09:32 PM | Comentários (0) |

agosto 28, 2007

Futuro

- Quero escrever o Futuro!
- Porquê?
- Porque não consigo (d)escrever o Passado!

Publicado por Cainha às 09:30 PM | Comentários (10) |

Encosta-te a mim :)

Publicado por Cainha às 11:37 AM | Comentários (2) |

Conduz o meu olhar


Conduz o meu olhar, originally uploaded by Cainha.

Publicado por Cainha às 12:03 AM | Comentários (0) |

agosto 26, 2007

Lusco fusco


Lusco fusco, originally uploaded by Cainha.

Publicado por Cainha às 07:11 PM | Comentários (0) |

O mar e o céu


O mar e o céu, originally uploaded by Cainha.


Há muitos anos, na capa de um livro, uma fotografia a preto e branco

Um céu carregado de nuvens mas que em determinado ponto se abria como uma janela e deixava entrar a luz

Um mar que adquiria outra dimensão, outros limites, pela iluminação dessa janela

Uma sensação de só, dentro de um universo imenso, sem limites, e contudo limitado pela minha percepção

Uma solidão que não me oprimia, antes seduzia, como se precisasse de estar sozinha para perceber verdadeiramente a dimensão do que me rodeava

Muitas outras vezes essa perspectiva elevada de locais que não conheço, mas reconheço, permitem-me a liberdade do pensar e do sentir

Hoje, o mar e o céu, trouxeram-me à memória essas pensamentos antigos

Publicado por Cainha às 03:05 PM | Comentários (1) |

agosto 25, 2007

Depois da chuva...


Depois da chuva..., originally uploaded by Cainha.

O sol pegou fogo depois da chuva...

Publicado por Cainha às 08:43 PM | Comentários (0) |

Sunset Heart


Sunset Heart, originally uploaded by dinoadventures.

Publicado por Cainha às 06:09 PM | Comentários (0) |

misty road


misty road, originally uploaded by comode.

Publicado por Cainha às 06:07 PM | Comentários (0) |

Seen in flickr - published in Nikon World Magazine

linda :)

Publicado por Cainha às 06:05 PM | Comentários (0) |

Simpsonize me

your_image.png

simpsonizeme.com

Publicado por Cainha às 05:57 PM | Comentários (0) |

agosto 24, 2007

Rede


Rede, originally uploaded by Cainha.

Publicado por Cainha às 08:20 PM | Comentários (0) |

Textura


Textura, originally uploaded by Cainha.

Publicado por Cainha às 08:19 PM | Comentários (0) |

agosto 19, 2007

Cortar o tempo

Quem teve a ideia de cortar o tempo em fatias,
a que se deu o nome de ano,
foi um indivíduo genial.

Industrializou a esperança, fazendo-a funcionar
no limite da exaustão.

Doze meses dão para qualquer ser humano se cansar
e entregar os pontos.

Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez,
com outro número e outra vontade de acreditar
que daqui pra diante vai ser diferente

Carlos Drummond de Andrade

Publicado por Cainha às 07:29 PM | Comentários (1) |

agosto 14, 2007

ondulado


ondulado, originally uploaded by Cainha.

Publicado por Cainha às 11:21 PM | Comentários (0) |

agosto 12, 2007

Traffic light tree


Traffic light tree, originally uploaded by analog puss.

Publicado por Cainha às 11:09 AM | Comentários (0) |

agosto 11, 2007

Escritos

“As novelas são sonhos diurnos que o escritor sonha com os olhos abertos, tu não escolhes as histórias, as histórias é que te escolhem a ti.”

“Muitas vezes o escritor não chega a saber de todo o que está escrevendo, porque tem essa carga do inconsciente que é muito mais sábio que o próprio consciente do escritor.”

“Escrever é um caminho de conhecimento.”

Rosa Montero
17-1-2007 – Pessoal e transmissível

Publicado por Cainha às 08:11 PM | Comentários (2) |

agosto 06, 2007

EU e MIM

Hoje escrevi um pequeno conto, há muito tempo que não o fazia.

Talvez EU esteja voltando a MIM, abrindo as janelas para que novamente saiba reconhecer os espaços e me saiba orientar. Deixar a escuridão sair, diluir-se, para que possa ver, pensar, sentir.

Hoje escrevi que EU estou voltando a MIM, não sabendo se era verdade ou se apenas queria que se tornasse verdade porque o escrevi. Desenho o mapa do caminho, descrevo a viagem e espero que o EU se decida a abandonar o pântano em que se tem perdido e alcance a margem de terra firme.

Publicado por Cainha às 11:15 AM | Comentários (1) |

O mar e a costa

Entrou na sua vida com a força das marés vivas de Agosto. Poderoso, sedutor, vivo, envolvia-a completamente fazendo-a experimentar sensações que até não sabia existirem. Depois afastava-se deixando o desalinho que o tempo se encarregava de ir cicatrizando, sem nunca cicatrizar o vazio deixado pela sua partida.

Voltava, braços grandes de espuma branca com que a abraçava. Olhava-a nos olhos, beijava-a, falava-lhe, escutava-a, às vezes demorava-se mais dando a impressão de com ela ficar, mas de novo se ausentava, muito tempo, tempo que nunca sabia quanto, pois era comandado pela Lua.

Perguntou-lhe porque partia, porque a deixava.

Porque tinha de banhar outras costas que sempre dele dependeram, explicou-lhe ele, que, quando precisou, essas costas foram baías que o acolheram. Não era nele que pensava quando partia, mas nos outros, nem sabe se ele lhe explicou isso, se lhe leu no olhar, no meio de todas as outras justificações que lhe foi dando.

Ela disse-lhe, então parto eu, preciso de procurar um local, talvez seja uma margem de rio, mais calmo, previsível, menos forte, mas de presença mais constante. Percebia que ele se sentisse dividido, percebia o altruísmo da decisão dele, mas nem lhe disse que não pensando nele, pensando apenas nos outros, também nunca pensava nela.

Partiu ela, serpenteando ao longo do rio, procurando um local onde se sentisse bem. Às vezes, uma curva do rio fazia-a vê-lo ao longe, na sua força e encanto. Outras vezes, deixava ir com a corrente alguns dos seu grãos de areia para que a ele chegassem.

À medida que foi subindo o rio, a visão que tinha dele alterava-se. A percepção que tinha dela própria também. Nunca se tinha tornado baía, nunca lhe tinha pedido fica, descansa nos meus braços, sempre fora costa na distância que ele precisava de galgar para alcançar.

Agora, longe, na montanha onde os rios aprendem a caminhar, sabia coisas que apenas o tempo e a distância ensinam.

Um dia, fechou os olhos, e deixou-se diluir completamente nas águas do rio. Deixou de ser costa, deixou de ser, deu lugar à eternidade.

Publicado por Cainha às 11:14 AM | Comentários (2) |

agosto 03, 2007

História das religiões

Publicado por Cainha às 12:07 PM | Comentários (1) |

História Imperial do Médio Oriente

Publicado por Cainha às 11:59 AM | Comentários (0) |


  • Jogos