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setembro 30, 2005
Susto
Recebi por email e adorei esta foto :)
(Carreguem na foto para ver maior porque a expressão do gato vale a pena)
Publicado por maria às 08:01 PM | Comentários (1) |
setembro 29, 2005
Fim de tarde

Publicado por maria às 12:32 AM | Comentários (8) |
setembro 28, 2005
Reticencias
Às vezes eu imagino
que tenho alguém
perto de mim...
Alguém que eu amo
e que me quer também;
que olha nos meus olhos,
que pega no meu rosto,
alguém que sabe o gosto
que o meu coração tem...
Sabe, de vez em quando
a minha imaginação
trabalha tanto,
que chego a ver você!
Chego a sentir sua mão!
Vê?...
Parece que você está aqui agora,
no entanto...
Publicado por maria às 01:46 AM | Comentários (1) |
No banho...

Publicado por maria às 12:38 AM | Comentários (0) |
Bombeiros
Um homem está parado à porta de uma tasca, quando vê o menino Paulinho com um cão enorme, todo pintado de vermelho, a ser puxado por uma corda amarrada nos tomates.
Comovido com o sofrimento do cão, o homem diz ao
Paulinho:
- O que é isso, meu filho? O que estás a fazer?
- Estou a brincar aos bombeiros!
Achando que seria mais fácil se entrasse na conversa do garoto, sugere:
- Então, porque é que não amarras a corda ao pescoço do cão? O teu carro vai ficar muito mais rápido!
- Eu sei, mas desse modo fico sem a sirene!
Publicado por maria às 12:13 AM | Comentários (1) |
setembro 26, 2005
Sonhar de sonhar
Gostaria de sair caminhando
por aí,
entre notas musicais,
sozinha, olhos, fechados, sonhando......
em sonhar cada vez mais!...
Gostaria de, no meio da escala,
encontrar-te assim, de repente,
e que as notas
te dissessem tudo o que sente
essa caixa de rimas sem jeito,
da forma precisa de um coração,
que me bate louca dentro do peito!
E que, depois de tudo te falar,
cantasse, numa linda canção,
todo esse acorde de amores
que guardei para te dar!...
Mariza Fontes de Almeida
(descoberto via Palavras de Ursa)
Publicado por maria às 12:41 PM | Comentários (2) |
setembro 25, 2005
Arrábida

Publicado por maria às 10:55 PM | Comentários (3) |
Anti-stresssssssss ss ss sss
http://fun.from.hell.pl/2003-11-24/bubblewrap.swf
E agora imaginem se pudessem colocar rostos nas bolinhas, que outras funções isto não tinha! :)
Publicado por maria às 11:53 AM | Comentários (2) |
setembro 22, 2005
Pintei ...

... O Outono de Cores mais alegres!
Publicado por maria às 11:24 PM | Comentários (7) |
...
Ai bloguito que andas aqui aos caídos…
… eu prometo dar-te um bocadinho de atenção …
… umas cores no rosto
… umas palavras meigas
… um carinho
… um beijo
… e tu
… de volta
… que me dás?
… um sorriso
… uma cumplicidade
… companhia
… palavras amigas
…
… Combinado!
… comecemos pelas cores na face
Publicado por maria às 11:22 PM | Comentários (0) |
setembro 20, 2005
" Nunca falamos sobre hoje, pois não?"
Hoje venho cá para te dizer que não me importo que estejas longe. Prefiro essa ausência à que sentia quando estavas presente. Subitamente a distância de mim aos outros dissipou-se e deu lugar a um mar que me transporta na sua ondulação sem destino pré-definido. E não me angustia mais não saber exactamente onde me vai conduzir.
Hoje dei por mim a vibrar novamente só por notar que a minha pele ainda é macia e quente, que a minha boca ainda tem a forma do desejo e que as minhas mãos ainda mergulham sofregamente na realidade com a certeza inabalável de que vale a pena ousar...
Olhei o meu reflexo em tudo o que à minha volta mo devolve. E, surpreendida, constato que estou a sorrir...
Hoje vim outra vez falar contigo. Afinal, nunca falamos sobre hoje, pois não?"
As conversas que não tivemos, um blog que acabei de descobrir e que tocou melodias nas cordas tensas que me/se formam.
Publicado por maria às 02:10 PM | Comentários (3) |
Uterino

(Leonardo Da Vinci)
A curvatura do corpo, o outro corpo que se lhe encaixa, o toque do peito nas suas costas, o braço onde repousa a cabeça, o queixo áspero que brinca em seu ombro.
O calor que os dois corpos juntos geram, o sono que enfim chega, descanso, alheamento, sentimentos que se pacificam, defesas que se recolhem, memórias que retornam.
A noite, uma noite, tantas noites.
E assim, dormem, completamente abraçados, fundidos, como num útero em que se recolhem apesar da vida que (sempre) passa lá fora.
Publicado por maria às 12:54 PM | Comentários (0) |
setembro 18, 2005
Muleta

Estranho o título? Eu explico.
Quando estou mais em baixo a fotografia é algo em que me apoio. Fotografar dá-me tempo de pensar. Fotografar dá-me a calma de sentir. Dá mais tempo ao tempo.
Brinco com os objectos, procuro encantos em coisas pequenas, delicio-me com um brilho de luz, uma forma, um jogo de cores, um contraste. Tento que, mesmo quando o rosto não mostra, a alma comece, lentamente, a tentar esboçar sorrisos, procurar motivos que ajudem a suportar o que de menos bom acontece.
A escrita nessas fases não ajuda, na escrita, geralmente, cristalizo eu as mágoas. Nas imagens invoco eu esperança, desejo de confiança no devir. No resultado, nada disso é visível, nem é importante que o seja. Nem é tampouco importante o motivo, porque esta fotografia é só a muleta em que me apoio até conseguir novamente caminhar sozinha.
Publicado por maria às 12:19 AM | Comentários (7) |
setembro 15, 2005
Vida em tons de sépia

Publicado por maria às 11:26 PM | Comentários (6) |
Vendedores
Um vendedor de aspiradores chega em uma casa qualquer, bate na porta e ao entrar despeja um saco de terra no rapete, dizendo:
- Senhora, temos aqui a ultima novidade em aspirador e, se eu nao limpar essa sujeira em um segundo, eu como tudo!
Nisso chega o marido da mulher e diz:
- Espere um pouco que eu vou buscar uma colher para si, estamos sem energia electrica que não pagamos a conta!
Publicado por maria às 07:03 PM | Comentários (0) |
setembro 13, 2005
Em busca de inspiração
[O texto seguinte foi escrito para o CAP como parte do prémio por ser o meu visitante nº 50.000 - quando chegar às 100.000 faço novo passatempo]
Tinham-me dito que deveria procurar uma casa na orla da floresta. Em que direcção deveria seguir, tinha eu perguntado, mas disseram-me que não era importante, porque qualquer que fosse a direcção escolhida para atravessar a floresta, quando as copas das árvores começassem a ficar rarefeitas, quando os troncos se espaçassem e se começasse a ver o céu, eu encontraria a casa e nela deveria entrar.
A casa estava bem visível mas o terreno em que se situava estava coberto com uma névoa fina, manchada apenas por sombras. Entrei seguindo as instruções fornecidas. A partir daqui estava por minha conta, não me tinham sido dadas mais informações sobre o que poderia encontrar.
As paredes recobertas por estantes repletas de frascos, todos minuciosamente etiquetados. As tábuas do soalho manchadas pelo uso e pelo tempo. Fui andando, lendo os rótulos, procurando o que me fazia falta. As salas sucediam-se, mas sempre com as mesmas estantes, sempre cheias de frascos. Pelas janelas apercebi-me que a casa estava construída em cima de uma ponte, sobre um rio caudaloso. E continuei percorrendo salas e mais salas. E a casa já não estava construída em cima de uma ponte, a casa era a ponte, a casa era percurso de salas que se unem, mas que repartem. A casa era caminho que eu fazia agora, devagar, olhando as mudanças de tonalidades nas estantes, sabendo que em cada sala os rótulos eram sempre os mesmos, já tinha encontrado a guerra, a fome, também a dor, em prateleiras de estantes com recipientes de vidro, escuros e brilhantes.
Os passos tornavam-se agora mais difíceis, mas eu continuava a andar, olhos no alto, sempre procurando. Os pés pesavam-me, atrasando-me, cansando-me, e só então me apercebi que a casa já não era ponte, a casa era já rio que me encharcava as pernas e a roupa. A casa era caudal de águas revoltas que cresciam à medida que eu progredia no percurso. Mas nas paredes estantes cheias de boiões repletos de substâncias, que eu só reconhecia pelos rótulos, continuavam a suceder-se, em salas cada vez mais estreitas e mais altas, de tal forma que a luz, que entrava agora por janelas que não existiam, não conseguia iluminar todas as prateleiras e eu só poderia tomar por verdade a regra encontrada antes, de que, em cada sala, todas as estantes, todas as prateleiras, todos os frascos continham o mesmo elemento.
A casa que era ponte, que era rio, era agora também gruta, era caminho recortado em rocha escavada, era rio ainda em ventre de terra. E eu, peregrino em demanda de algo que as lendas diziam existir, que a fé, também destilada e guardada numa dessas salas, me fazia acreditar.
Continuei, marcando passos na argila mole que era agora o pavimento da casa que já não era rio, era fio húmido de luz azul que serpenteava por entre marcas de outros passos, que muitos, antes de mim, tinham feito o mesmo caminho, procurado os mesmos sonhos.
Quando a casa que já não era nem ponte, nem rio, nem gruta, se tornou vento, eu encontrei o que procurava, mesmo antes de ler o rótulo de um vaso de um azul forte e luminoso. Inspiração dizia o mesmo, e eu, que já tinha passado pela fé, pela imaginação, pela confiança, acreditei.
E poderia ter regressado nesse momento, mas a curiosidade que também já tinha encontrado antes fez-me percorrer ainda mais esse trilho que era apenas marcas de pés em argila solidificada, folhas de nenúfares sobre as águas calmas de um rio que já não existia. E já não existiam também nem frascos nem vasos, apenas rochas coloridas, o conhecimento, a sabedoria, a inteligência. E quando toquei na sabedoria percebi que a inspiração me acompanhava há muito, era o vento que se escapava da boca do vaso, era o fio de luz que marcava o caminho, era o rio que me atrasava os passos e que teria bastado levar aos lábios um pouco do líquido que me encharcava a roupa para a ter reconhecido.
Fiz o percurso de regresso, vendo a gruta transformar-se em rio, o rio em ponte, a ponte em casa, a casa em porta que me devolveria à minha vida. Na minha frente, a orla da floresta marcava o início do meu mundo, mas eu continuava parada naquele umbral de porta, naquele ponto exacto de transição, sabendo que enquanto ali permanece a ligação não seria quebrada. De um lado, a casa que era caminho, do outro, o caminho que me esperava. Ponto de escolhas, de decisões. De um lado uma biblioteca imensa de coisas intangíveis destiladas pela paciência de gerações, do outro, o caminho que se faz passo a passo, as conquistas que se fazem pelo esforço, os preços que se pagam, o desconhecido que permanece entre cada árvore da floresta.
Fechei os olhos e saltei. A porta, que se mantinha aberta pela presença do meu corpo, foi fechada pelo vento que atravessava a gruta, o rio, a ponte e a casa. Ouvi o ruído mas quando me voltei não vi a porta, não vi a casa, nem a ponte nem o rio, vi apenas a neblina manchada pelas sombras de copas de árvore.
…mas as calças ainda molhadas faziam-me acreditar que a inspiração me acompanharia…
Publicado por maria às 09:12 PM | Comentários (11) |
setembro 12, 2005
Só mesmo assim...

Publicado por maria às 03:18 PM | Comentários (3) |
setembro 10, 2005
Airport Song by Carta Magna
Ooh, ooh ooh ooh
Sitting in the airport lounge
I'm waiting for a plane
Everything is grounded
For the fog is down again
I should be leaving in the morning
On a flight for Singapore
With a guitar and a suitcase and a face
In a photograph
Dozing with a coffee and a drooping cigaret
And the dog eats sunday supplement
And still I can't forget
I should be leaving in the morning
On a plane bound for the sun
With a guitar and a suitcase and a face
In a photograph
The hands on the clock
Turn around and around
Dragging past the hours
'Till the dawning of the day
And the girl in information
With her eyes on confirmation
She's turning with a smile to break the news
I cannot quite believe it, but I thought I heard her say
"The customs all have workened up, the fog is on it's way"
So I'll be leaving in the morning
On a plane bound for the sun
With a guitar and a suitcase and a face
In a photograph
Oooh, ooh ooh ooh
Yes I'll be leaving in the morning
On a plane bound for the sun
Publicado por maria às 11:32 PM | Comentários (0) |
Homeward Bound by Simon And Garfunkel
I'm sitting in the railway station.
Got a ticket for my destination.
On a tour of one-night stands my suitcase and guitar in hand.
And ev'ry stop is neatly planned for a poet and one-man band.
Homeward bound,
I wish I was,
Homeward bound,
Home where my thought's escaping
Home where my music's playing,
Home where my love lies waiting
Silently for me.
Ev'ry day's an endless stream
Of cigarettes and magazines.
And each town looks the same to me, the movies and the factories
And ev'ry stranger's face I see reminds me that I long to be,
Homeward bound,
I wish I was,
Homeward bound,
Home where my thought's escaping,
Home where my music's playing,
Home where my love lies waiting
Silently for me.
Tonight I'll sing my songs again,
I'll play the game and pretend.
But all my words come back to me in shades of mediocrity
Like emptiness in harmony I need someone to comfort me.
Homeward bound,
I wish I was,
Homeward bound,
Home where my thought's escaping,
Home where my music's playing,
Home where my love lies waiting
Silently for me.
Silently for me.
Publicado por maria às 10:25 PM | Comentários (0) |
Marido e Mulher
O marido conversando com a esposa:
-Puxa querida, você carrega minha foto na carteira o tempo todo?
-Sim, sempre que eu tenho um problema, eu olho para sua foto e o problema desaparece na hora. Explica a mulher.
-Nossa ... eu não sabia que tinha tanta importância em sua vida....
-Tem sim! Eu olho sua foto e me pergunto: "Afinal, o que pior ainda pode me acontecer nesta vida.
Publicado por maria às 07:14 PM | Comentários (0) |
setembro 09, 2005
Ser rosa...
"Um dia, a rosa encontrou a couve-flor e disse:
* Que petulância, se chamar de flor! Veja sua pele áspera e a minha lisa e sedosa.
Veja o seu cheiro desagradável e o meu perfume, sensual e envolvente.
Veja o seu corpo grosseiro e o meu, delgado e elegante... Eu, sim, sou uma flor!!!
E a couve-flor respondeu:
* "É... mas ninguém te come..."
Publicado por maria às 10:12 PM | Comentários (0) |
Frase do dia
“O passado é como uma âncora, que nos impede de avançar. Talvez tenhamos que deixar para trás quem éramos para nos tornarmos aqueles que haveremos de ser.”
Sex and the city
Publicado por maria às 10:04 PM | Comentários (2) |
Quelqu'Un M'A Dit
On me dit que nos vies ne valent pas grand chose,
Elles passent en un instant comme fanent les roses.
On me dit que le temps qui glisse est un salaud que de nos chagrins
Il s'en fait des manteaux pourtant quelqu'un m'a dit...
Que tu m'aimais encore,
C'est quelqu'un qui m'a dit que tu m'aimais encore.
Serais ce possible alors ?
On me dit que le destin se moque bien de nous
Qu'il ne nous donne rien et qu'il nous promet tout
Paraît qu'le bonheur est à portée de main,
Alors on tend la main et on se retrouve fou
Pourtant quelqu'un m'a dit ...
Que tu m'aimais encore,
C'est quelqu'un qui m'a dit que tu m'aimais encore.
Serais ce possible alors ?
Mais qui est ce qui m'a dit que toujours tu m'aimais?
Je ne me souviens plus c'était tard dans la nuit,
J'entend encore la voix, mais je ne vois plus les traits
"Il vous aime, c'est secret, lui dites pas que j'vous l'ai dit"
Tu vois quelqu'un m'a dit...
Que tu m'aimais encore, me l'a t'on vraiment dit...
Que tu m'aimais encore, serait-ce possible alors ?
On me dit que nos vies ne valent pas grand chose,
Elles passent en un instant comme fanent les roses
On me dit que le temps qui glisse est un salaud
Que de nos tristesses il s'en fait des manteaux,
Pourtant quelqu'un m'a dit que...
Carla Bruni
Publicado por maria às 05:11 PM | Comentários (1) |
setembro 08, 2005
Frase do dia
"A preguiça e a indecisão são traidoras; pelo medo de arriscar, às vezes pode-se perder bens (imateriais) que se poderia conquistar se não fosse o receio de tentar" - Shakespeare
Publicado por maria às 10:03 PM | Comentários (3) |
setembro 07, 2005
Solução
Publicado por maria às 09:57 PM | Comentários (0) |
Como dar um comprimido a um gato
1. Pegue no gatinho e aninhe-o no seu braço esquerdo como se segurasse um bebé. Coloque o indicador e o polegar da mão direita nos dois lados da boquinha do bichano e aplique uma suave pressão nas bochechas enquanto segura o comprimido na palma da mão. Quando o amorzinho abrir a boca atire o comprimido lá para dentro. Deixe-o fechar a boquita e engolir.
2. Recupere o comprimido do chão e o gato de detrás do sofá. Aninhe o gato no braço esquerdo e repita o processo.
3. Vá buscar o gato ao quarto e deite fora o comprimido meio desfeito.
4. Retire um novo comprimido da embalagem, aninhe o gato no seu braço enquanto lhe segura firmemente as patas traseiras com a mão esquerda. Obrigue o gato a abrir as mandíbulas e empurre o comprimido com o indicador direito até ao fundo da boca. Mantenha a boca do gato fechada enquanto conta até dez.
5. Recupere o comprimido de dentro do aquário e o gato de cima do guarda-fatos. Chame a sua esposa do jardim.
6. Ajoelhe-se no chão com o gato firmemente preso entre os joelhos, segure as patas da frente e de trás. Ignore os rosnados baixos emitidos pelo gato. Peça à sua esposa que segure firmemente a cabeça do gato com uma mão enquanto força a ponta de uma régua para dentro da boca do gato com a outra. Deixe cair o comprimido ao longo da régua e esfregue vigorosamente o pescoço do gato.
7. Vá buscar o gato ao suporte do cortinado e retire outro comprimido da embalagem. Tome nota para comprar outra régua e reparar as cortinas. Cuidadosamente varra os cacos das estatuetas e dos vasos do meio da terra e guarde-os para colar mais tarde.
8. Enrole o gato numa toalha grande e peça à sua esposa para se deitar por cima de forma a que apenas a cabeça do gato apareça por debaixo do sovaco. Coloque o comprimido na ponta de uma palhinha de beber, obrigue o gato a abrir a boca e mantenha-a aberta com um lápis. Assopre o comprimido da palhinha para dentro da boca do gato.
9. Leia a literatura inclusa na embalagem para verificar se o comprimido faz mal a humanos, beba uma cerveja para retirar o gosto da boca. Faça um curativo no antebraço da sua esposa e remova as manchas de sangue da carpete com o auxílio de água fria e sabão.
10. 10. Retire o gato do barracão do vizinho. Vá buscar outro comprimido. Abra outra cerveja. Coloque o gato dentro do armário e feche a porta até ao pescoço de forma a que apenas a cabeça fique de fora. Force a abertura da boca do gato com uma colher de sobremesa. Utilize um elástico como fisga para atirar o comprimido pela garganta do gato abaixo.
11. Vá buscar uma chave de fendas à garagem e coloque a porta do armário de novo nos eixos. Beba a cerveja. Vá buscar uma garrafa de whisky. Encha um copo e beba. Aplique uma compressa fria na bochecha e verifique a data de quando apanhou a última vacina contra o tétano. Aplique compressas de whisky na bochecha para desinfectar. Beba mais um copo. Atire a T-Shirt fora e vá buscar uma nova ao quarto.
12. Telefone aos bombeiros para virem retirar o cabrão do gato de cima da árvore do outro lado da rua. Peça desculpa ao vizinho que se estampou contra a vedação enquanto tentava desviar-se do gato em fuga. Retire o último comprimido de dentro da embalagem.
13. Amarre as patas da frente às patas de trás do filho da puta do gato, com a mangueira do jardim e de seguida prenda firmemente à perna da mesa da sala de jantar. Vá buscar as luvas de couro para trabalhos à garagem. Empurre o comprimido para dentro da boca da besta seguido de um grande pedaço de carne. Seja suficientemente bruto, segure a cabeça do corno na vertical e despeje-lhe um litro de água pela goela abaixo para que o comprimido desça.
14. Beba o restante whisky. Peça à sua esposa que o conduza às urgências e sente-se muito quieto enquanto o médico lhe cose os dedos, o antebraço e lhe remove os restos do comprimido de dentro do seu olho direito. A caminho de casa contacte a loja das mobílias para encomendar uma nova mesa de jantar.
15. Trate de tudo para que a protectora dos animais venha buscar o cabrão do gato mutante fugido do inferno. Telefone para a loja dos animais e pergunte se têm tartaruguinhas.
Publicado por maria às 12:55 PM | Comentários (4) |
setembro 06, 2005
Frase do dia
"Bebo porque sou egocêntrico: gosto quando o mundo gira em meu redor"
Publicado por maria às 11:34 PM | Comentários (1) |
setembro 05, 2005
Jesus
É Maria, mãe de Jesus, que está preocupada com seu filho. Ele já está com 29 anos, passa a maior parte do tempo no deserto e ainda não saiu com uma garota. Ela arranja então um encontro com uma moça chamada Salomé que rondava Jesus há tempos. Os dois estão num quarto. Uns quinze minutos se passam quando, de repente, ouve-se através da parede um AAAARRRRHHHH!!!!
Salomé sai do quarto correndo e gritando como uma louca. Maria vai correndo ver Jesus e pergunta:
- Mas o que aconteceu, meu filho? Eu vi a Salomé fugir como se tivesse o diabo no corpo!
- Não estou entendo - diz Jesus - Nós estávamos conversando numa boa quando Salomé pôs a mão no meu joelho.
- E então?
- Então eu fiz igual. Depois ela deslizou a mão pela minha perna. Eu fiz igual.
- E depois?
- Aí ela pôs a mão no meu penis. Eu fiz igual, mas... NÃO TINHA NADA!!!
Coitada, ela foi amputada... Então eu curei sua ferida...
Publicado por maria às 07:18 PM | Comentários (3) |
setembro 02, 2005
Lindo!!!!
E muitas mais fotos espantosas aqui>
Publicado por maria às 07:04 PM | Comentários (4) |
A mulher e seus homens insinuantes....
1. Seu médico: "Tire a roupa."
2. Seu psicanalista: "Agora deite e relaxe."
3. Seu farmacêutico: "Dói a cabeça?"
4. Seu dentista: "Abra um pouco mais..."
5. Seu decorador:
"Quando estiver tudo dentro você vai gostar."
6. Seu flanelinha: "Vem...vem...assim..assim..."
7. Seu frentista: "A senhora quer lubrificante?"
8. Seu vendedor de frutas:
"Pode segurar mas não pode apertar."
9. Seu cabeleireiro:
"Vamos fazer uma coisa diferente?"
10. Seu peixeiro: "Vai querer tudo ou só metade?"
11. Seu professor de culinária:
"Isso, assim . mexe um pouco mais agora..."
12. Seu padeiro:
"Sim. Está quentinho! Como a senhora gosta."
13. Seu feirante:
"Gostoso, não é? Pode experimentar outra vez..."
14. Seu marido:
"Hoje ? Outra vez ?! Assim não há quem agüente !!"
Descoberto aqui>
Publicado por maria às 04:53 PM | Comentários (0) |
setembro 01, 2005
Setembro

Publicado por maria às 11:50 PM | Comentários (0) |
Porque há que ser original

Publicado por maria às 11:03 PM | Comentários (1) |
