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dezembro 28, 2004

Lógica infantil

(...)
- Pai, porque é que estás a estragar os estores? - pergunta-me ela.
- O pai não está a estragar nada filha, o pai está a vedar a caixa dos estores. - respondo lhe eu.
- Porquê?
- Para o frio não entrar.
- Porquê?
- Olha, para não termos frio, é claro.
- Mas o frio quando entra fica quente, não é pai?
- Sim filha.
- Então porque é que não deixas entrar o frio para ele se aquecer?
(...)

Adorei! :)

Publicado por maria às 05:10 PM | Comentários (12) |

dezembro 26, 2004

Tempo

“- (…) Um dia faço-te um retrato.
- Porque não agora mesmo?
- Agora? Não. Vou retratar-te quando fores velha, cheia de rugas, com vida na cara, com sulcos móveis, como o mar. E com o cabelo embranquecido. Tal como és agora não me ofereces nada, apenas uma beleza perfeita.”

Formas de ver o mar – Luís Sepúlveda

Publicado por maria às 11:58 PM | Comentários (4) |

dezembro 23, 2004

Sem e-mail

Se me tentaram contactar nos últimos 10 dias para o e-mail:

Maria(arroba)putadevida.weblog.com.pt

aviso já que não recebo e-mail desde o dia 12, porque quando o servidor do Weblog foi alvo de um ataque de hackers, eu deixei de ter acesso ao mesmo.
Deixo como e-mail alternativo o

putadevida_blog(arroba)hotmail.com

[Já sabem, substituam nos endereços acima o (arroba) por @ ]

Publicado por maria às 10:20 PM | Comentários (8) |

Quase Natal

Este é o meu dia de quase-natal.
Últimas prendas compradas.
Banho de confusão já tomado.
Frigorifico cheio.
Garrafeira renovada.
Tempo de começar a pensar em enviar os votos de Boas Festas digitais.
Procurar uma imagem que se adeqúe.
Juntar os endereços dos amigos, dos familiares, dos alunos.
E depois … ficar a olhar o monitor sem saber o que escrever.
Boas Festas…
Feliz Natal…
Muitas prendinhas …
Tudo repetidamente escrito e repetidamente apagado.
Igual.
Batido.
Onde estou eu no meio dessas frases que todos escrevem?
Que posso eu escrever que efectivamente me saia da alma?
Os desejos de felicidades e de coisas boas são sinceros, mas não são desejos natalícios, são desejos de todos os momentos.
Assim acho eu que devem ser!
Não sinto a necessidade desta época.
As prendas vão sendo dadas ao longo do ano, em função das necessidades e do gosto do gesto, de tal forma, que nesta altura é quase preciso inventar anseios.
O prazer em receber (e dar) uma prenda cedeu lugar a um consumismo exagerado, são tantas as coisas que quase nenhuma é devidamente apreciada.
É apenas uma sequência de pacotes a desembrulhar, uns atrás dos outros.
Mas não adianta ficar com saudades do tempo em que o Natal era para mim uma época especial, esperada com ansiedade.
Esse tempo não voltará porque não foi ele que fundamentalmente mudou, mas sim eu.
Não voltarei a ser criança facilmente satisfeita com um brinquedo.
Hoje, o que mais gostaria de receber, não consegue ser comprado em lojas, nem embrulhado em papéis alegres e coloridos.
O que eu gostaria de receber não é diferente, em essência, do que cada um de vós gostaria também de receber; um potinho de algo a que se convencionou chamar “felicidade”, algo tão intangível e ténue que muitas vezes, mesmo quando se possuem umas gotas, as mesmas não são reconhecidas como tal.
Por isso, o meu desejo é de que cada um de vós consiga sempre reconhecer os pingos de felicidade que possui, que os aprecie, e que os cuide porque são de um líquido facilmente volátil.

4-vela550.jpg

Publicado por maria às 07:31 PM | Comentários (8) |

Natal

"O Natal do internauta é diferente; à meia-noite do dia 24 para 25 de Dezembro, o Pai Natal desce pelo cabo do modem, sai pela porta USB e diz: 'ROM, ROM, ROM tá conectado !'"

(recebido por email)

Publicado por maria às 12:12 AM | Comentários (1) |

dezembro 20, 2004

Where are you from?


Locations of visitors to this page

De onde me visitam?

(Auto-update daily since 20-Dez-2004)

Descoberto no Navego,logo existo

Publicado por maria às 11:23 PM | Comentários (5) |

dezembro 19, 2004

Sydney

longest foto550.jpg

ver em formato maior

Publicado por maria às 07:41 PM | Comentários (4) |

Tempo

Dou pela passagem do tempo quando…

…quando a máquina de lavar loiça já pia na cozinha, anunciando o fim da lavagem, e eu ainda não comecei a fazer o que me tinha proposto.

Publicado por maria às 05:08 PM | Comentários (1) |

Um ...

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Um belo dia para todos!

Publicado por maria às 02:11 PM | Comentários (1) |

dezembro 17, 2004

Gosto ...

Gosto de neblinas radiantes de luz, paisagens que se ocultam deixando apenas evidenciar contornos, rios calmos e prateados, barcos que retornam da faina, bandos de gaivotas que os seguem ou que lhes ensinam o caminho. Gosto de sorrisos e partilhas, quando a cena toca igualmente dois. Hoje foi assim…

Publicado por maria às 10:29 AM | Comentários (9) |

dezembro 15, 2004

Concurso

regulamento.jpg

regulamento_2.jpg

Publicado por maria às 01:01 AM |

O futuro hoje

homecomputer.jpg

Artigo que saíu na revista "Popular Mechanics" em 1954

Publicado por maria às 12:37 AM | Comentários (2) |

Progama para as Férias

Lambarices.jpg

Gostei desta doce ideia.

Publicado por maria às 12:23 AM | Comentários (3) |

dezembro 14, 2004

Esqueletos fora dos armários

E mais aqui.

Publicado por maria às 11:23 PM | Comentários (1) |

dezembro 12, 2004

PARABÉNS!!!!!!!!

Publicado por maria às 08:05 PM | Comentários (1) |

dezembro 08, 2004

Seasons

1. Prologue

This is the turning of the year
The final scene before the curtain falls
The squirrel, warm within his bed
of leaves cannot hear the wind
that blows around the chimney pots
For like the pilgrim of the year gone by
He sleeps

Once he was a young man
who laughed in the spring
And lay beneath an upturned sky
on long hot summer days

But with autumn he grows mellow
He looks over his shoulder
Down the long year path of no return

Already he is but a memory
Fading like a shadow on the wall
But time with restless footsteps
hurries by and now beside the road
There stands the pilgrim
of the year to be

2. Winter Song

Falling leaves turn to gold
Silver flowers on my window
Spirit of the fading year
gently slips away
He knows not where
He cannot say, oh no

Naked trees in the sky
Stars are shining clear and cold
The minstrel of the ages
sings of oh so long ago
An age old tune without a name
No one knows

In the white falling snow
The pilgrim travels on
His face towards the sun
Beyond the open road he travels on

Past the lamp shining windows
And faces by the fire
Before the midnight hour
For Christmas time
has come around again

Go to sleep, little child
You shouldn't be awake
Go to sleep little child
Time to let the night go by

Waiting for the sound of a magic sleigh
The chimneys not too tall they say
Or the roof too high for a reindeer to fly
No not too high for a reindeer to fly

The clock strikes twelve
on a street below
They hurry to a church to pray
"Forgive our sins and negligence
Accept our humble penitence
It's been a year ago today
Since we were here"

Choir gently sings an anthem
Not too loud or out of key
Congregation turn eye corners
When the plate goes round to see
Who gives the most on Christmas day
The most on Christmas day

Twilight days are slipping far away
Just sand into an hour glass
For winter time is slowly passed
And cannot last forever

North wind turn your back
upon the doors that you have blown
West wind melt the organ pipes of ice
That glitter on the eaves
of the houses in the town

And the sun wakes up the flowers
That slumber through the winter
And warms the sleepy faces
Waiting for the spring

3. Spring Poem

The skies of steel
and fields white with frost
are memories of yesterday

And while scarecrow children
search the hedgerows and splash
through muddy pools for secrets
The spirit of the spring
with the sunbeams on her hair
shakes the sleeping earth

And with the pilgrim by her side
She murmurs in the trees
And in the ears of all who listen
"Now time to wake for winter has gone"

4. Spring Song

Green April comes
With flowers in her hair
She smiles again and like a child
cares nothing for tomorrow

She spreads her wings
Catch her if you see her
in your mind's eye
For she smiles in a Mona Lisa way

Sun is rising
from a cloud above your head
When you instead are sleeping

All is knowing, all is growing
And no one knows
which way their mind is blowing

Green April comes
And now she finds
her work is almost done
And like a child
cares nothing for tomorrow
And like a child
cares nothing for tomorrow
And like a child thinks only for today

5. Summer Poem

The pilgrim wanders with the spirit
of the spring, enchanted
As if tomorrow will never come

But time is running out
And as she bids him farewell
Only the echo of her voice remains

For now she flies
On the bare back of the south wind
Across the naked mountains
Above the winding rivers
Breathing gently on the meadows

Scattering her flowers
into the grass and the hedgerows
A vision slowly fading, fading
Fading through the back door
into summer

6. Summer Song

Long summer day
Golden fingers pointing at my doorway
Meadow sleeping
Watching for the sky to turn you on

The air filled with heytime
Dandelion clock time
Blowing past a flower-print lady
On a seat in the park
Wears a paper on her head
She never read at all
She's just keeping her mind in the dark
Keeping her mind in the dark

You know she's cool
She's just like an ice-cream man
And don't you see what I mean
She's doing the best that she can
Doing the best that she can

Hey Mr. Sunshine
Like a Harlequin you're dancing
on my picture book today
Ooh It's a good time
I'm a paper kite
And I'm floating far away

Drifting alone
Chew on a candy-floss
in the pouring rain
Kids are crying again
Kids are crying again

Holiday time
Down on a beach with the crowd
Trying to look for the sun
Taking whatever you can
And your deckchair is an island
In a kaleidoscope world

Jamming cars, crowded bars
Standing trains or smell the drains
The quiver in the heat of the city street
God, I must get away

Hey Mr. Sunshine
I'm a paper kite
And I'm floating far away

7. Autumn Song

Down the wide open road
The pilgrim travels on
His face towards the sun
Beyond the open road he travels on

And the waves steal the footprints
Of the summer from the sand
Beneath the silver moon
The North wind blows
the fading leaves again

8. Epilogue

Around and around
All has nearly turned full circle
The warm lazy days of sunshine
And brown rivers
winding through the meadows
are a tale of yesterday

The pilgrim sighs
And draws his mantle close
about him in the smoky evening

He watches the leaves wither and fall
Frost has rimmed the pools with ice
And hung diamonds
in the spider's web

For this is the turning of the year
The final scene before the curtain falls
And now beside the road there stands
the pilgrim of the year to be

9. Winter Song (Reprise)

Falling leaves turn to gold
Silver flowers on my window
Spirit of the fading year
gently slips away
He knows not where
He cannot say

Chris Simpson - Magna Carta

Publicado por maria às 11:39 PM | Comentários (1) |

Diferenças

(para quem não está na área das arquitecturas e engenharias, deixei duas notas de rodapé se forem necessárias)

Uma amiga minha, achando que o rendimento escolar da filha não era consentâneo com a inteligência da mesma, resolveu levá-la a um psicólogo, tentando perceber o que ela achava ser fundamentalmente falta de motivação. Ontem mostrou-me o relatório do médico, com uma explicação, que para ela fez todo o sentido e a mim fez pensar de uma forma diferente em pessoas que comigo se cruzaram.

Segundo o psicólogo, uma parte das pessoas tem uma estrutura mental (e cerebral) que lhe permite perceber uma explicação generalista sobre um assunto, perceber conceitos, abstracções, e em função da necessidade posterior, aprofundar o estudo. Funcionam muitas vezes intuitivamente, sem necessidade de lhe serem fornecidas a totalidade das informações. Outras pessoas necessitam de factos concretos, dados objectivos, rigorosos, lógicos, racionais para conseguirem perceber um assunto. Para essas pessoas não existe o “mais ou menos”, o “aproximadamente”, o “arredondamento”, não concebem raciocínios abstractos, problemas que não tenham tradução directa em algo que eles conheçam.

O nosso ensino está direccionado fundamentalmente para o primeiro grupo de pessoas, senão pensem como são dadas as matérias nas escolas, do geral para o particular, primeiro uma introdução com linhas gerais e só seguidamente, e se necessário, os assuntos são totalmente especificados. O segundo grupo de pessoas necessita em absoluto do rigor, do concreto, para esse grupo as matérias deveriam ser dadas partindo da definição de todas as particularidades que iriam informar a visão mais global. E esta especificidade de abordagem era algo que eu ainda não me tinha apercebido, não dessa forma, e que explica comportamentos a que assisti.

Há uns anos, esteve a trabalhar no escritório um estudante do 2º ano de arquitectura, (Meia dúzia de anos depois, quando comecei a dar aulas foi meu aluno no 3º ano, passados mais meia dúzia de anos, continua na minha lista de alunos do 4º ano).
Um dia, pedi-lhe que tirasse uma cópia heliográfica (1), dando uma folga de um palmo do lado direito para a colocação de uma legenda adicional. Passado algum tempo veio ter comigo e perguntou:

“Um palmo dos seus ou dos meus?”
“Tanto faz” - respondi eu, não vendo a necessidade do rigor.
“Mas já viu a diferença?”, disse ele fazendo questão de provar os 3 ou 4 cm de diferença entre as dimensões de nossas mãos.

Na altura todos achávamos o comportamento dele curioso, às vezes engraçado, óptimo para determinado tipo de trabalhos, completamente inadequado para outros, mas nunca pensei que pudessem existir explicações que o enquadrassem. Todos brincávamos com ele, com a sua mania de rigorosamente dizer a hora em que se tinha cruzado com alguém. “Vi-te no Café às 10:33” (qualquer outra pessoa diria “Dez e meia”).

E depois de ver este relatório fiquei a pensar numa outra história passada com uma arquitecta que trabalhou também no gabinete. Ela deveria fazer o levantamento (2) de um edifício, para posteriormente avançarmos em projecto de licenciamento. O trabalho começou bem, ela ia tirar medidas ao edifício, voltava e começava a desenhar no computador, se faltava, por esquecimento, uma ou outra medida, voltava lá. Apesar de tentarmos tirar todas as medidas de uma vez só, não é estranho haver um esquecimento. Comecei a estranhar sim, quando as necessidades de confirmar medidas eram praticamente diárias, e o levantamento não ficava pronto. O edifício não era ortogonal e ela não conseguia, pelas triangulações, chegar aos ângulos e medidas exactos quando desenhava no computador. Fiz-lhe ver que a diferença de 1 cm entre duas diagonais não era importante, porque poderia corresponder apenas ao esticar mais ou menos a fita métrica, ou que as paredes poderiam ter curvaturas imperceptíveis para os olhos mas que justificassem os pequenos desfasamentos que encontrava. Foi trabalhando mas não convencida com o trabalho que ia fazendo. Um dia deixou de aparecer e disseram-me que estava com um esgotamento, que na altura atribuí fundamentalmente a questões familiares, mas que agora penso que o próprio trabalho possa ter agudizado.
Lembro-me que ela usava o programa de Cad com a definição máxima que ele permitia, 8 casas decimais, algo que não tem qualquer sentido quando estamos a falar de construção civil, em que desfasamentos até 2 cm são aceites pelas normas nacionais.

Os dois casos narrados, apesar da comum necessidade de rigor, têm intensidades muito diferentes, e implicações diversas na vida dos próprios. Penso que se tivesse tido a percepção exacta dessas especificidades, poderiam ter adequado melhor as tarefas e as explicações às necessidades de cada um. Vou tentar estar mais atenta em casos futuros.

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Notas:

(1) Cópia heliográfica – antes da existência de fotocópias a única maneira de reproduzir os desenhos era através de cópias heliográficas, um processo semelhante às cópias directas em papel fotográfico.
Os desenhos em papel vegetal eram colocados sobre o papel de cópia, ou película, de cor esverdeada, e eram submetidos à incidência de uma luz, durante algum tempo. Os sistemas mais artesanais, usavam a luz do sol, as máquinas de cópias usavam luzes fluorescentes. A luz “queimava” o papel deixando o desenho marcado. Depois era necessário fazer a revelação, através de vapor de amoníaco, de cheiro forte e bem desagradável. Muitos dos trabalhos eram feitos alterando cópias em película transparente, tirada “do avesso” para permitir raspar por trás, com uma lâmina de barba”, o que não interessava, e desenhar de novo pela frente.
Com o aparecimento das “plotters” jacto de tinta as cópias heliográficas caíram completamente em desuso, não deixando (muitas) saudades do sistema, eventualmente alguma nostalgia em relação à expressividade do desenho.

(2) Quando procedemos ao levantamento de um edifício, isto é, quando tiramos medidas para desenhar a planta, para além de medir comprimentos, alturas e larguras, devemos também medir os ângulos que as paredes fazem. O método usual é através da triangulação, isto é, decompondo os espaços em triângulos, traçando diagonais que unam dois vértices não consecutivos, nós conseguimos chegar facilmente aos ângulos formados pelas paredes. Se se lembram da geometria e da matemática, existe uma relação directa entre ângulos e lados de um triângulo, basta saber as dimensões dos 3 lados para determinar os 3 ângulos, existindo apenas um único triângulo com as mesmas 3 dimensões de lados. Um quadrilátero já é diferente. Os mesmos 4 lados, com as mesmas dimensões, podem dar origem a quadriláteros diferentes, à medida que vamos alterando os ângulos, deformando a forma base. Por essa razão é que estruturalmente, por exemplo em construção metálica; são mais usados os triângulos do que os quadrados. A resistência de um triângulo é determinada apenas pela resistência do material, a resistência de um quadrado é função quer da resistência do material, quer da resistência à deformação da ligação que forma um ângulo.

Publicado por maria às 11:32 PM | Comentários (4) |

Obrigada

Obrigada por aqui passarem, mesmo quando eu não tenho tempo de fazer o mesmo. Podem crer que essas visitas são apreciadas. Um grande beijo.

Publicado por maria às 01:14 AM | Comentários (7) |

dezembro 04, 2004

PARABÉNS!!!!!!!!

2004_08-19 042_550.jpg

Muitos Parabéns Jacky
Um belo dia de aniversário, e que o próximo ano exceda os anteriores em coisas boas. Um grande beijinho.

Publicado por maria às 04:16 PM | Comentários (2) |

dezembro 01, 2004

Quiz

True Love
True


What Type of Lover Are You?
brought to you by Quizilla

Descoberto na caixa da Pandora

Publicado por maria às 09:37 PM |

Eureka

Descobri hoje porque é que já há algum tempo tenho tido dificuldade em deixar comentários em alguns blogs. Quando tento deixar o comentário o sistema aconselha-me a fazer alterações (não diz quais) antes de prosseguir. E como até hoje não adivinhei (embora devesse) o motivo, simplesmente deixei de tentar comentar.

E qual o motivo?

O nome do blog, claro, que burra fui em não me ter apercebido logo disso. Mal detectam a palavra “puta”, os sistemas amordaçam-me e não me deixam prosseguir.

Censura!

O que infelizmente se está a tornar hábito, neste país.
Para além dos casos mediáticos que todos conhecem, esta semana tive conhecimento de mais um.

O coro de que faço parte iria fazer, à semelhança de anos anteriores, um concerto de Natal numa das igrejas da cidade. Mas ao contrário dos últimos anos, desta vez solicitaram-nos, previamente, as músicas que iríamos cantar. Três das músicas foram vetadas pelo representante do Bispo do Porto.
E nós vetamos o Concerto de Natal na Igreja.

Censura não!

Publicado por maria às 07:12 PM | Comentários (7) |


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