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junho 30, 2004
PORTUGAL
UUUUAAAAUUUUUUUUUUUUU!
Conseguimos :)
Publicado por maria às 09:43 PM | Comentários (2) |
E a bebida?
A bebida está ali na Catedral. Fresquinha, borbulhante, apetecível. Obrigada:)
E para satisfazer a M ainda preciso de velas, será que alguem me ajuda?
Publicado por maria às 09:15 PM | Comentários (1) |
junho 29, 2004
Bolo de Aniversário para um Blog
Ingredientes
1 pouco de inspiração
1 mão cheia de sonhos
2 chávenas de letras
2 copos de graça
1 colher de chã de ironia
1 pitada de melancolia
vontadade q.b.
imagens para decoração
Pegar nos sonhos com cuidado para não ferir e polvilha-los com a inspiração, até ficarem completamente recobertos. Se faltar inspiração, juntar um pouco de improviso, ou então de açúcar em pó que o doce nunca amargou. Numa taça grande, colocar as letras como cama e de seguida pousar cuidadosamente os sonhos. Aguardar algum tempo de fermentação, para que os sonhos cresçam e transformem as letras em palavras, as palavras em ideias, as ideias em imagens. A taça deverá ser suficientemente grande para permitir aos sonhos que cresçam sem entraves. Escolha alguns, faça-lhes um pequeno golpe imperceptível e recheie-os com a ironia. Pegue nos restantes e junte-lhes a graça, reserve e preserve. Pegue na pitada de melancolia e vá pontuando um ou outro. Tudo isto deve ser feito com muito cuidado e muita vontade.
Distribua tudo em posts e decore com imagens a seu gosto. Depois, é só saborear e partilhar com todos que apreciem comida simples, mas cuidada, sabores autênticos.
E passar a receita, que de cada vez que é feita por uma pessoa diferente, mais um ingrediente é adicionado, um novo sabor é descoberto, uma textura é refinada.
Aqui fica o bolo de aniversário deste blog, comam o quanto quiserem e voltem sempre para mais.
Publicado por maria às 11:59 PM | Comentários (14) |
Um ano de blog
Um ano de blog, tempo de fazer um balanço.
Quando o blog fez 9 meses, um tempo de gestação, fiz planos para o terminar quando o mesmo concluísse um ano, isto é, hoje, dia 29 de Junho.
Valia pela experiência, pelo gosto que me deu, mas não o via a continuar ab eternum. E se tinha de lhe por um fim, um ano parecia ser o prazo ideal. Nessa altura tinha uma única dúvida, se o apagava completamente, como aconteceu com alguns blogs, ou se o deixava a navegar feito barco fantasma, sem vida mas como uma memória de algo que existiu.
Nunca cheguei a conclusões a este nível.
Fui hoje reler o primeiro post, feito quase a medo, sem saber ao certo o que escrever, como editar, numa brincadeira ainda, sabendo que escrevia seguramente para mim e certamente para mais ninguém.
E se percorrer o blog, consigo perceber várias fases, consigo sentir um percurso que foi sendo feito, passo a passo, post a post.
Uma primeira fase muito tímida que eu caracterizaria como conversa à volta do meu próprio umbigo, um blog que fala do próprio blog.
Depois vai-se libertando mas vai-se socorrendo com frequência das palavras dos outros .
A primeira imagem, como um marco isolado, sem consequência. O primeiro poema próprio, o primeiro (e único) e-mail, em edição revista e comentada, os primeiros post referidos a outros blogs, as empatias que se começam a criar, algumas delas entretanto desfeitas. O blog como um jornal que divulga iniciativas, algumas só, não muitas.
O primeiro texto mais extenso, que nasceu do desafio de quem leu o que se tornou o primeiro capítulo. O gosto que me deu responder ao desafio, escrever já pensando em quem estava a ler. A primeira entrada no Top 25 do Weblog.
O desafio do Manuel para colocar aqui (mais) fotografias que alterou completamente a face deste blog. (Sim, Manel, a culpa é tua por este blog nunca mais ter sido o mesmo.)
E assim, enquanto escrevia estas linhas fui correndo o blog, um ano de blog, tempo de fazer um balanço.
O tempo é cada vez menos à medida que eu cada vez mais me desdobro em tarefas, à medida que vou aceitando novos desafios. Parece-me que as 24 horas do dia deveriam ser feitas de pastilha elástica para poder ir soprando bolhas e assim arranjar tempos extra. Mas não são … e a escolha que há 3 meses me pareceu a lógica foi o abandonar o blog, (e os blogs) e utilizar esse tempo de outra forma.
E hoje, como me sinto? Hoje, sei que este blog é uma das coisas que mais prazer me dá. Não só o blog, mas muitas coisas que a ele estão ligadas. Tenho redescoberto o prazer da fotografia, com os vossos comentários tenho ido ganhando confiança e arriscando-me a fazer mais e a mostrar mais. Se este fosse o último post ficaria com uma pena imensa das fotografias já tiradas e que ainda aguardam edição, e que ficariam por partilhar.
E assim … este blog hoje festeja um ano, sem outras implicações. Um dia terá um fim, mas eu para já desisti de lhe tentar vaticinar o destino.
A vocês, corajosos que se aguentaram até esta parte do texto, o meu agradecimento por estarem desse lado, e gostava que soubessem o quão importante é esse facto para mim.
Publicado por maria às 01:56 AM | Comentários (21) |
junho 28, 2004
Aniversário
Alguem sabe quem faz anos amanhã?
Publicado por maria às 01:06 AM | Comentários (7) |
Ruína



Publicado por maria às 12:41 AM | Comentários (6) |
junho 27, 2004
Os pescadores do Douro

A pesca é uma actividade calma, de paciência, longas horas olhando o rio e provavelmente pensando na vida. Mas a pesca é também um motivo de convívio. A par com os pescadores solitários, vêem-se os grupos que animam a marginal, mais a mais quando se sentem observados. E brincam uns com os outros e depois um lá diz, não nos tira uma fotografia? E eu tiro, eu vou tirando… ontem fui tirando, várias…Umas já tenho local definido para onde enviar, outras disse para as procurarem no blog. Aqui estão…



Publicado por maria às 11:59 PM | Comentários (1) |
Tarde de Sábado

Uma máquina fotográfica deve ser um cartaz que diz em letras garrafais, falem comigo! Mesmo não sendo, funciona como se fosse. E eu em determinadas alturas aprecio isso, ontem apreciei isso. São sorrisos que se trocam, memórias que ficam.
“OH Menina, tira-me uma fotografia? Comigo a mergulhar!”
Sorrio e tento, mas o tempo de disparo da máquina impossibilita a captação do momento exacto. Faço várias tentativas sem sucesso. Então acertamos … eu carrego no botão e digo salta … e ele salta. Salta um, depois outro e mais outro que o grupo era de cerca de meia dúzia. E correm para ver o resultado, e pedir outra tentativa, se o que ficou registado foi unicamente o chapinho na água.


Publicado por maria às 05:25 PM | Comentários (5) |
junho 26, 2004
As pontes do Porto

Esta fotografia acompanha esta outra. Só assim se justifica o plural.

Publicado por maria às 07:50 PM | Comentários (6) |
Entre árvores e flores (II)







Publicado por maria às 12:37 AM | Comentários (5) |
junho 25, 2004
Entre árvores e flores







Publicado por maria às 06:39 PM | Comentários (4) |
Para ...

Para uma amiga que gosta de flores, com um sorriso.

Publicado por maria às 05:21 PM | Comentários (4) |
Votem!
Obrigada RG pela sugestão :)
Publicado por maria às 11:28 AM | Comentários (4) |
Hoje ...



Publicado por maria às 11:11 AM | Comentários (5) |
junho 24, 2004
PORTUGAL
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PORT |
UGAL |
PARABÉNS!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Publicado por maria às 10:44 PM | Comentários (7) |
Estendal

Coisas que nos prendem ... o olhar.

Publicado por maria às 05:54 PM | Comentários (5) |
junho 23, 2004
S.João


Publicado por maria às 09:41 PM | Comentários (2) |
Utopia (III)
**Utopia
O sonho, a imaginação e a inconformidade revelaram-se na utopia como o desejo de conseguir uma sociedade ideal e perfeita. Fruto de épocas de crise, em que a imaginação do Homem se evade, fugindo duma realidade difícil, buscando a felicidade num mundo que é apenas imaginário, mas que seria o ideal, caso existisse.
No mundo ocidental, este assunto foi abordado tanto por Platão, na Grécia, como por Virgílio, em Roma. Contudo, foi no Renascimento, com Thomas More, na sua obra Utopia , que este vocábulo se tornou mais utilizado.
Elemento fundamental para percebermos este vocábulo é a vontade de ruptura com o presente e o desejo de transformação, por vezes radical, das estruturas e valores sociais em vigor.
A utopia pode distinguir-se em várias tipologias: absolutas, relativas, negativas. Absolutas, quando entra em total contradição com a vivência humana. Aqui incluem-se, sobretudo, as utopias mitológicas. Relativas, quando nunca existiram projectos semelhantes, mas seria possível a sua realização. Utopias negativas ou distopias, quando a perfeição tecnológica na sociedade escraviza a condição humana, ou há a proposta de uma sociedade fechada e totalitária, apesar de utópica.
**Quimera
Um dos animais fabulosos da mitologia grega. Era algo entre o leão e a cabra, ou, noutras versões, com três cabeças - de cabra, de leão e de cobra -, ou então, numa versão mais generalizada, um monstro com cabeça de leão num corpo de cabra e com uma cauda de serpente. Como o dragão, deitava chamas pela boca, para além de devorar homens e exércitos inteiros.
Quimera era filha do gigante Tífon e da víbora Equidna, monstro que era metade mulher e metade serpente. Foi criada por Amisodores, rei de Cária. Vivia em Pátera, na Lícia, região do sul da Ásia Menor (actual Turquia). A sua monstruosidade gerava sentimentos de medo e de repulsa, o que fez com que Ióbates, rei da Lícia, tivesse mandado a Belerofonte que aniquilasse Quimera. Esta era acusada pelo soberano de efectuar devastações e roubos no seu reino.
Belerofonte apenas a conseguiu matar graças à ajuda de Pégaso, o cavalo alado. Segundo a lenda, terá penetrado no corpo do animal pela garganta armado de uma lança. A ponta desta lança de Belerofonte era, segundo a lenda, feita de chumbo, o qual, aquecido pelas chamas soltadas por Quimera, se terá fundido no corpo desta, provocando a morte do monstro por sufocamento.
Existia também uma ninfa na Sicília chamada Quimera, a qual se apaixonou por Dáfnis.
A palavra quimera, tornada um substantivo comum veio a ser sinónimo de "criação ilusória da imaginação", de "ideia falsa", tendo também alimentado alguma iconografia medieval.
Do dicionário on-line da Porto Editora - Infopédia
Obrigada M. pelas passagem das definições.
Publicado por maria às 01:19 AM | Comentários (5) |
Utopia (II)
Utopia (substantivo feminino)
1. projecto de governo que, a ser exequível, asseguraria a felicidade geral;
2. projecto imaginário, irreal;
(Do gr. oü, «não» +tópos, «lugar», pelo lat. Utopìa-, «utopia, lugar que não existe»)
quimera (substantivo feminino )
1. MITOLOGIA monstro lendário, com cabeça de leão, corpo de cabra e cauda de dragão;
2. figurado fantasia; ilusão; utopia;
3. figurado absurdo;
4. BOTÂNICA organismo vegetal, misto, constituído por tecidos diferentes;
5. ICTIOLOGIA designação (por aportuguesamento da designação científica do género Chimaera) dos peixes holocéfalos, de corpo alongado, mais vulgarmente conhecidos por papagaio-do-mar, peixe-rato e rato;
(Do gr. khímaira, «monstro fabuloso», pelo lat. Chimaera-, «id.»)
http://www.infopedia.pt/homepage.jsp
A propósito dos comentários ao post anterior.
Sem querer desculpar a minha ignorância congénita por só ter descoberto a palavra utopia com uma dúzia de anos, gostaria de chamar a atenção para as definições acima de um dicionário on-line acabadinho de consultar. Admito, não levantei o meu traseiro do sofá para ir consultar os dicionários em papel que tenho cá por casa, mas sendo esta edição on-line da Porto Editora, julgo poder usá-la como referência.
Da génese grega da palavra temos o seu significado original – não lugar ou o lugar que não existe. Não existindo, de que forma é que essa não existência poderia melhorar de algum modo a vida que vivemos. Como um objectivo inatingível mas que serviria como um íman dos nossos percursos. E se a memória não me falha, que nem a história nem a filosofia são matérias que domine, o segundo sentido de utopia, como o lugar da felicidade, é um conceito que surge no século XIX em Inglaterra e em França, ligado aos movimentos sociais. Saint-Simon, Robert Owen e Charles Fourier ficaram conhecidos por socialistas utópicos. Em comum, uma ideia de que era possível organizar a vivência humana, o espaço e as formas de produção de uma forma mais justa e equitativa para todos. E em comum também o facto de nenhum deles ter vingado …
A utopia, se atingida, necessariamente seria um não movimento…
Mas a ideia subjacente a este texto é outra bem diferente, é que a quimera de um mundo melhor, a utopia, esse lugar ideal que não existe é o que nos inspira a caminhar. Chegar lá não é o importante, o importante é o percurso que se faz. E o percurso só se faz porque existem ideais a atingir, ou a procurar atingir.
E podem continuar a puxar-me as orelhas … existem muitas coisas que descobri muito tarde, outras cedo demais, mas é do somatório dessas experiências, desses erros, das ignorâncias, das pretensas sabedorias, dos sofrimentos, das alegrias, dos debates mais ou menos acessos, que eu me fiz quem sou, por isso não me envergonho de só ter descoberto a palavra utopia com 12 anos.
Publicado por maria às 01:11 AM | Comentários (9) |
junho 22, 2004
Utopia
Esta história que não conhecia apanhei-a no "Espelho Mágico" que espero não se importe deste pequeno "mirror" que lhe faço. Adorei a história e o que ela encerra, a importância de ter objectivos, mesmo quando os mesmos parecem inalcançáveis.
"Um dia um aprendiz de filósofo chegou junto do seu velho mestre e perguntou-lhe:
-Mestre, podeis explicar-me o que é a Utopia?
O velho sorriu e apontando para o caminho em sua frente, disse:
-Estás a ver a linha do Horizonte? Caminhemos até ela!
Durante dias e noites, caminharam Mestre e aprendiz lado a lado, tão entretidos e concentrados, que, quem olhasse, não saberia quem ensinava e quem aprendia.
Durante dias e noites, trocaram saberes e ideias, partilharam o que cada um sabia sobre o mundo dos homens e dos deuses, até que o aprendiz, já impaciente e um pouco cansado, disse:
-Mestre...caminhámos durante tantos dias e parece que a linha do horizonte está cada vez mais distante?!
-Sim, é verdade – disse o velho – tal como a Utopia te parece, que quanto mais caminhas para ela, mais longe está!
-Mas...Mestre!? Se é assim...para que serve então a Utopia?
-Para caminhar, meu bom amigo...serve para caminhar!..."
Publicado por maria às 10:29 PM | Comentários (13) |
junho 21, 2004
Freeware
O texto que a seguir transcrevo faz parte do contrato de licença de um software. Sim, aqueles textos que ninguém lê, e que concorda imediatamente, para poder seguir com a instalação do programa. Mas de vez em quando, principalmente nos programas que são “freeware” ou “shareware”, encontram-se pérolas de ternura, como neste caso.
"Dedication Public License (DPL)
By downloading the archive, you confirm your agreement in this license.
I. Freeware
First of all, the reasons why Spybot-S&D is free:
I.a. Dedication
Spybot-S&D is dedicated to the most wonderful girl on earth :)
I.b. Binary
What do you get if you buy software? Lots of ones and zeros, nothing more. If they were distributed as art, I could understand paying it. But if the main goal of their order is to earn money - by fees or ads - I don't like it!
I.c. Conclusion
This means that I grant you the license to use Spybot-S&D as much as you like. But if you like it, I ask two things of you: say a prayer for me (and the most wonderful girl while you're at it ;) ) to your god - or whatever you believe - and wish us some luck.
(...) "
Publicado por maria às 11:37 PM | Comentários (2) |
junho 20, 2004
Força PORTUGAL! (II)
Sendo o meu blog a minha janela com melhor exposição para a rua, coloquei nele a minha bandeira para dar força à selecção, para dar força a Portugal. Até hoje tinha resistido, por uma associação de ideias que não me deixa muito confortável.
Casas com bandeiras nas janelas, sacadas com vasinhos de flores … e poderia continuar ...
Bandos de andorinhas em cerâmica povoam as paredes
Beirais prolongados com cantinhos revirados
Azulejos com alminhas ou quadras populares
Colheres de pau penduradas em paredes de cozinha
Pão e vinho sobre a mesa
É uma casa portuguesa
…
Estas bandeiras trazem-me à memória o nacionalismo e regionalismo de outrora, o “orgulhosamente sós” que praticamente não vivi, mas bebi da sua influência, uma cultura pequenina, que se limitava ainda mais do que o espaço do país. As imposições de ideias, manifestações estéticas, a falta de liberdade até na arquitectura que se fazia.
Por isso até hoje tinha resistido … não por uma lógica, mas por um sentir desconfortável.
Força Portugal, Força Portugueses.
Não pelo futebol, não só pelo futebol.
Força para melhorar o que temos
Força para ultrapassar as limitações que a nossa presença periférica na Europa determina
Força para ultrapassar as limitações que algumas mentalidades continuam a impor
Força Portugal, ousar sonhar, não só com os títulos, mas com tudo na vida.
F O R Ç A !!!!!!!!
Publicado por maria às 04:57 PM | Comentários (10) |
Força PORTUGAL!


Publicado por maria às 04:38 PM | Comentários (4) |
48X
Neste site podem encontrar um projecto interessante e que tem a ver com fotografia e com a tomada de consciência do mundo em que vivemos.
Pretendem colocar on-line, no dia 4 de Julho, fotografias tiradas por todo o mundo, pelas pessoas que aderirem ao projecto. Fotografias que devem reflectir a vida quotidiana da cidade, mostrar espaços, mostrar pessoas, mostrar vivências. Como eles apontam passarinhos e árvores existem em todo o mundo, devemos mostrar o que pode ser diferente, o que nos caracteriza. 20 a 60 fotografias por pessoa, com uma resolução de 640x480 dpi.
Para já o mundo está coberto desta forma
Esperemos que até 4 de Julho mais pessoas de diferentes cidades adiram ao projecto, para que o mesmo ainda se possa tornar mais interessante.
Podem obter mais informações aqui (http://holoscape.com/48x/)
e aqui (http://groups.yahoo.com/group/48x/).
Publicado por maria às 04:06 PM | Comentários (1) |
Falta de inspiração?

Publicado por maria às 12:37 AM | Comentários (3) |
junho 19, 2004
Contraluz


Publicado por maria às 11:34 PM | Comentários (2) |
Branco e preto


Publicado por maria às 10:22 PM | Comentários (7) |
Diferenças ...
“Eu gostaria de saber qual a diferença real entre um projecto de
uma casa efectuado por engenheiros e por arquitectos.”
(…)
Para responder à sua pergunta quero fazer uma consideração prévia;
Ser arquitecto, ou ser engenheiro, significa mais do que ser licenciado nessas áreas. Existem características que serão intrínsecas à própria pessoa e outras que serão aprendidas, mas não necessariamente, nem unicamente, na faculdade. Existem "arquitectos" sem formação em arquitectura, como existem licenciados em arquitectura que não são Arquitectos.
Esta ressalva deve ser feita, porque a separação entre arquitectos e engenheiros, e entre projectos de arquitectos e projectos de engenheiros, não é linear.
Se existe diferença entre um projecto feito por um arquitecto e outro feito por um engenheiro?
Quase invariavelmente existe, porque as formações e as preocupações são diferenciadas.
Quando pensamos no que procuramos inicialmente numa casa, pensamos em abrigo, em protecção contra os elementos adversos do clima. E para construir um abrigo pouco mais precisamos do que material e mão-de-obra.
Mas conforme vamos conseguindo satisfazer um nível de necessidade, outros níveis vão surgindo e tornando-se mais importantes. A casa já não é só um abrigo mas deve-nos proporcionar certo número de comodidades. Os espaços devem ter características variadas que possam corresponder a ambiências diferentes, a usos diferenciados.
Na maior parte das vezes a diferença entre um projecto de um engenheiro e de um arquitecto coloca-se neste campo da definição e qualificação dos espaços.
Um projecto de um arquitecto é mais elaborado a nível espacial, a colocação dos diferentes elementos é consciente e geralmente corresponde a uma ideia geral que engloba todo o edifício. E essa diferenciação não é só visível ao nível dos espaços internos do edifício, mas é também notória ao nível dos espaços exteriores, públicos ou privados, que envolvem o edifico, ao nível da cidade. Eu diria até que é neste campo que será mais sensível a diferença dos dois tipos de abordagem, porque um arquitecto quando pensa um edifício, pensa-o inserido num contexto e nos espaços que ele conforma. Um engenheiro tem tendência para pensar no edifício como uma unidade autónoma, não necessariamente dependente nem influenciadora do entorno.
A pergunta seguinte que se pode colocar é se essa diferença qualitativa é importante para quem está a pensar construir uma casa. Aí, pode depender bastante do nível cultural e socio-económico da pessoa em questão, isto é, podem existir outras necessidades que sejam mais prementes que a qualificação dos espaços.
(…)
Publicado por maria às 12:03 AM | Comentários (12) |
junho 18, 2004
:))))))
Ontem fizeram-me um convite que me deixou muito feliz ... e mais não digo, por enquanto.
Publicado por maria às 05:09 PM | Comentários (7) |
junho 17, 2004
Vento e ... água

Hoje fiquei fascinada com a forma como o vento brincava com a água, criando neblinas finas.





Publicado por maria às 12:25 AM | Comentários (9) |
junho 16, 2004
Vento

Gosto de ver as árvores que se inclinam pela passagem do vento, movimento vivo, quase como quem aceita uma carícia.

Publicado por maria às 12:57 AM | Comentários (10) |
junho 15, 2004
Summertime
Summertime....and the livin’ is easy
Fish are jumpin’...and the cotton is high
Yo’ daddy’s rich...and yo’ mama’s good-lookin’
So hush little baby......don’t you cry
One of these mornin’s..you gonna rise up singin’
You gonna spread your little wings...and you’ll take to the sky
But ’till that mornin’...there ain’t nothin’ gonna harm you
With yo mama and daddy...standin’ bye
Now it’s summertime....and the livin’ is easy
Them fish are jumpin’...and the cotton’s ’bout waist high
Yo’ daddy’s rich...and, ya know yo’ mama’s good-lookin’
Now hush little baby......don’t....you cry
Summertime....
Ah said it’s summertime
George Gershwin - DuBose Heyward
(obrigada jk pela ajuda)
Publicado por maria às 12:26 AM | Comentários (3) |
junho 13, 2004
A ronca
Na praia de Apúlia costumava eu, em miúda, passar os meses de Verão. Para guiar os pescadores em tempos de neblina existia uma ronca colocada na zona central da praia. O som grave invadia a praia juntamente com a névoa húmida que filtrava o sol. O som parecia que ficava confinado, como se a névoa construísse barreiras à sua propagação. E o seu som, para além de guiar os pequenos barcos, afastando-os das rochas que defendiam a costa, protegia a praia que assim se tornava unicamente nossa, dos que tínhamos coragem de desafiar a névoa. Nesses dias, armados de casacos, baralhos de cartas e bolas, conquistávamos barracas alheias, jogávamos desafiadoramente nos espaços normalmente não permitidos, dizíamos que não à tirania do creme nívea que nos colava areia ao corpo.
Eu adorava os dias de neblina, adorava a humidade fina que se colava à pele, gostava do efeito do mar calmo que se diluía no céu.
A neblina que invadiu a costa nestes dias, o som que a espaços certos marca o ritmo do dia fez-me recordar esses tempos de criança e recorda-me o prazer de viver a dois passos do mar.

Publicado por maria às 04:19 PM | Comentários (9) |
Será ? III
Confirma-se, se noutra altura não for, pelo menos pelas festas elas por cá aparecem. A M apanhou-as em Dezembro, e estavam lindas!
Publicado por maria às 01:37 AM | Comentários (6) |
junho 12, 2004
Será? (II)

Estava a arrumar umas fotos já antigas e estive a observar esta com mais atenção. Afinal parece que a colónia de garças é maior do que eu pensava.

Publicado por maria às 01:18 AM | Comentários (10) |
junho 11, 2004
Às vezes
Às vezes apetece-me escrever sem pensar, deixar que as palavras corram velozes pela mente e que a mão, se for suficientemente rápida, as capture e cristalize.
Às vezes apetece-me fazer ligação directa entre o que sinto e o que escrevo e esquecer o Eu que pensa, que ordena, que organiza, que define, que restringe.
Às vezes apetece-me apanhar unicamente o ritmo das palavras, esquecer significados.
Às vezes apetece-me brincar com os sentidos segundos das ideias, procurar o que não é directo, o que desponta apenas.
Às vezes apetece não pensar, não ter lógica, não justificar, não arguir.
Às vezes apetece-me o apenas brincar com as letras que se juntam ao sabor de ordens místicas.
Às vezes apetece-me algo que eu não consigo identificar.
Às vezes apetece-me a não responsabilidade.
Às vezes apetece-me o sonho.
Às vezes apetece-me a liberdade de quem não tem amarras que lhe tolham movimentos, apetece-me ignorar a gravidade que me prende ao solo.
Às vezes apetece-me …
Publicado por maria às 01:50 PM | Comentários (11) |
junho 10, 2004
Flores







Publicado por maria às 04:25 PM | Comentários (7) |
junho 09, 2004
Olha oh Passarinho
Mais um "concurso" na blogosfera...

"Brincadeira sobre AMESTERDÃO II
No passado dia 2 fez-se o convite aos possuidores de blogues à participação numa brincadeira sobre Amesterdão, levando a quem tivesse fotografias desta cidade, a publicá-las.
Os motivos não sei, mas o que se verificou foi uma fraca adesão à iniciativa. Não querendo defraudar as expectativas de quem estava à espera de ver várias fotografias sobre a Cidade em causa, decidiram os participantes aumentar o número de fotos, de uma, para quatro por participante.
Daqui resulta a publicação de três conjuntos de fotos, que se colocam à consideração dos visitantes, podendo estes assinalarem não só um conjunto de fotos referenciado por uma letra, como também a foto que preferem, identificada por um conjunto de letra número.
Concluindo cada votante assinalará:
Uma letra (conjunto de fotos preferido)
Um conjunto letra número(foto preferida)
As fotos aí estão: "
Para votações, dirijam-se ao Olha oh Passarinho
Publicado por maria às 12:04 AM |
junho 07, 2004
A Garça Cinzenta
"Dizem que a garça cinzenta é um animal que dá sorte. Quando ela aparece no caminho dos pescadores eles ficam cheios de alegria, na certeza de que é um prenúncio de farta pescaria. E acontece o mesmo com todas as pessoas que são pelo menos um pouquinho supersticiosas. Ao ver a garça cinzenta, abrem logo largos sorrisos de satisfação pela esperança de sorte no trabalho, no jogo, no amor.
Raramente ela aparece por aqui. Ela é da cor das manhãs de nevoeiro e tem na cabeça uma plumagem preta, como se fosse um chapéu, ou melhor, uma coroa; um sinal talvez de realeza.
Sua raridade desperta natural curiosidade. Por quê existem tão poucas ? Por quê não vêm mais por aqui ? Como surgiram, se todas as outras garças são completamente brancas ?
Essas perguntas sempre me intrigam e, com certa vez, ouvi uma explicação muito interessante que me foi dada por um dos mais antigos pescadores de Paquetá. Ele era filho de um escravo que viveu aqui por muitos anos e que trabalhou nas caieiras, onde todos os negros eram chamados de "pés-de-pavão", porque pisavam no cal e ficavam com as pernas brancas com as daquela ave. O pai desse meu amigo pescador disse ter aprendido essa história com um outro escravo bem mais velho do que ele e que conhecia muito bem todas as lendas sobre os índios tamoios que viveram em Paquetá. É a "lenda da garça cinzenta", que agora vou lhes contar:
"Ela fala de um Kuru-mi que no dia foi caçar em Ajurubá-Ibá - a ilha das árvores dos papagaios e encontrou lá um ninho abandonado, com um ovo solitário dentro dele, e pensou então que talvez fosse melhor trazê-lo para Pac-etá - a ilha das muitas pacas - onde ele tinha um socó que vivia na sua oca, na praia da Imbuca (águas que rebentam) e que comia na sua mão, peixes que ele lhe dava. Aquele socó quase não voava, andava pela oca, ciscava na beira da praia e era mansinho. Quem sabe fosse fêmea e pudesse chocar no seu ninho o ovo achado em Ajurubá-Iba pelo Kuru-mi ? E foi o que o indiozinho fez: Trouxe o ovinho e o colocou no ninho do socó que, de pronto, deitou-se por cima dele e o chocou com enorme alegria. No tempo certo, a avezinha nasceu, quebrou a casca do ovo, esticou o pescoço e saiu. E em breve pos-se de pé, piando e andando atrás do socó, à espera de larvas e de peixinhos. Ela tinha a mesma cor do socó, mas alguma coisa parecia diferente: tinha o bico, o pescoço, e as patas muito compridas, ao contrário dos socós, mas o seu jeito era o mesmo que o delas , e ficava cada vez mais parecido com eles, à medida em que mais convivia com a sua mãe adotiva.
A avezinha passou toda a sua vida assim, no meio dos outros socós, voando pouco, ciscando na beira da praia e aceitando comida na mão, sempre mansinha.
Um dia (e é bom lembrar que essa história aconteceu há muito tempo, quando os bichos falavam), a garcinha-cinzenta, que pensava que era um socó, viu uma linda e elegante ave branca, como a neve, com o bico, o pescoço e as patas bem parecidas com os seus e que passou voando por perto da Ilha dos Lobos, juntinho da água e mergulhou, de súbito, o seu bico no mar, pescando com grande habilidade um mamarreis prateado. E a garcinha-cinzenta, encantada com o que estava vendo, perguntou a um socózinho que estava com ela na praia.
- "Que ave bonita é aquela ?
Ao que o socózinho respondeu:
- Ah ! Aquela é uma garça, a melhor pescadora de todas as praias.
Mas não adianta você ficar querendo pescar com ela não. Você é apenas um socó de pescoço comprimido !
E assim, a garcinha-cinzenta está pensando até hoje que ela é apenas um socó de pescoço comprido. E é por isso que ela voa pouco, pesca pouco e apenas marisca na beira do mar."
Publicado por maria às 11:47 PM | Comentários (5) |
Será?

Será que a ave de pescoço longo apanhada nesta foto é a mesma desta outra fotografia?

Um zoom para melhor ver.

Publicado por maria às 10:19 AM | Comentários (11) |
O tempo

Não é só o estado da porta que me faz lembrar o tempo, mas também as espirais...

Publicado por maria às 12:40 AM | Comentários (4) |
junho 06, 2004
Receita Culinária
Não pude deixar de rir ao ver esta receita culinária no "Le tasque".
E se fizerem a experìência, por favor contem os resultados.
Publicado por maria às 08:30 PM | Comentários (5) |
Desafio
Estrado de madeira escurecida em que o uso acentua o veio, junta aberta, irregular. Uma salamandra contra o vidro, hoje desligada porque o tempo já aquece. Corrijo, não uma, mas quatro salamandras, distribuídas igualmente pelo espaço, reparo nas chaminés em inox já queimadas pelo uso.
Mesas redondas, pé de galo em alumínio e tampo em contraplacado, folha desenrolada, raiz de qualquer árvore, sou capaz de afirmar. Junto ao mar a aragem ainda corre forte, por isso o abrigo da caixilharia de madeira e vidro ainda é um conforto que não se dispensa.
Do lado de fora, um varandim contínuo, com mesas e cadeiras de encontro a uma guarda de aspecto náutico, corrimão em madeira e protecções em corda grossa. Uma pérgula executada em ripas de madeira protege com sombra o interior.
Lá em baixo, sobre o rochedo, brinca um dálmata ainda jovem.
O Inverno, que acabou, fez os seus estragos e o carpinteiro procura as tábuas soltas, passo atrás e passo à frente, numa dança cuja coreografia me parece familiar. Volta com martelo e pregos, meia dúzia de pancadas, um pouco de ruído que se sobrepõe á musica ambiente. Vou continuando a ouvir, com intervalos, outras pancadas, cada vez mais graves e distantes.
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Escrevi este texto há cerca de dois meses, no caderninho que anda sempre na minha carteira. Hoje estive a passa-lo para o computador e lembrei-me de vos lançar um desafio.
Conseguem, os que conhecem o Porto, identificar o local que eu estou a descrever?
Publicado por maria às 12:52 AM | Comentários (1) |
Variações
Trabalhar as ideias lentamente, como o oleiro que dá forma ao barro, acentuando uns aspectos, esbatendo outros, fazê-las rodar entre os dedos e quando chegar ao fim, se o resultado não me satisfizer, começar de novo.
…
Trabalhar uma ideia lentamente como o oleiro que molda o barro, fazendo nascer um objecto da quantidade amorfa de material.
…
Trabalhar o barro como um escritor que pega numa ideia e lhe dá forma, lentamente, linha após linha, imagem após imagem, relendo, corrigindo palavras e pontuação, e chegando ao fim, se não me agradar, amarrotar a folha e começar de novo.
…
Trabalhar ideias como barro, lentamente dando-lhe forma, definindo o objecto imaginado.
…
Trabalhar as ideias lentamente, como o oleiro trabalha o barro, fazendo-o rodar longamente entre as mãos, começando por definir uma imagem geral que sucessivamente se vai aperfeiçoando, enchendo de pormenores e decorações, e no fim, se ainda não me agradar começar de novo.
…
Trabalhar as ideias lentamente, como o oleiro trabalha o barro, primeiro definindo a estrutura geral e depois pormenorizando e caracterizando.
…
Trabalhar as ideias com cuidado, como o oleiro molda o barro, dando-lhe forma lentamente, como quem esculpe e retira o que é excessivo, como quem molda e coloca a matéria no local correcto, como quem pinta e junta as cores para melhor mostrar as imagens, como quem pensa, e escreve mentalmente, recuando sempre que necessário, reescrevendo o já pensado, trabalhar as ideias com carinho ...
Publicado por maria às 12:12 AM | Comentários (1) |
junho 05, 2004
Erotismo no feminino
Do Expresso desta semana:
“Os cientistas da Universidade de Essen, na Alemanha, realizaram “scanners” no cérebro de voluntários enquanto lhe mostravam filmes pornográficos. Os investigadores constataram que tanto os homens quanto as mulheres registam actividade nos lóbulos temporais, que estão relacionados com a memória e a percepção. Mas somente as mulheres mostram actividade nos lóbulos frontais, associados ao planeamento e à emoção.”
Verdade ... o nosso cérebro não para :)
Publicado por maria às 10:25 PM | Comentários (5) |
Sonhos
"Em sonhos, é sabido, não se morre
Aliás essa é a Única vantagem"
Sérgio Godinho
Publicado por maria às 10:10 PM |
Curvaturas




Publicado por maria às 08:40 PM | Comentários (3) |
Ainda a Lua
De tanto viver na cidade tenho tendência a esquecer coisas belas que aqui perdem a sua força, o seu encanto, como a luz da Lua que ilumina a natureza, sem qualquer auxílio eléctrico, hoje como há milhares de anos.
A intensidade dessa luz, esse brilho leitoso, perde-se completamente na cidade onde a iluminação artificial compete avidamente pelo estrelato.
Vi uma imagem num filme e pensei, há quanto tempo não ando eu, assim pela noite, iluminada só pela luz da lua e das estrelas?
…
O concurso do Zé António fez-me recordar este meu texto.
Publicado por maria às 08:00 PM |
junho 03, 2004
Apesar ...
Apesar do desafio ser o de fotografar a Lua ...


Publicado por maria às 11:04 PM | Comentários (9) |
Sem imaginação para um título


Publicado por maria às 12:11 AM | Comentários (9) |
junho 02, 2004
A lua
"Sabes, hoje está lua!
Redondinha, redondinha.
Parece um sol à noite.
Sabes, o sol é muito grande!
O sol é pequeno? Não, é grande.
A lua é pequena e anda no céu.
Se está frio, o sol fica triste!
Se está chuva, o sol está a chorar!"
Quando a minha filha tinha quatro anos fez este poema. Como ainda não sabia escrever, ditou e eu escrevi. Guardei.
Eu costumava mostrar-lhe o movimento dos planetas usando o candeeiro de cabeceira e bolas de ping-pong. Explicava-lhe as fases da lua e os eclipses.
Hoje, por causa do concurso, lembrei-me dele e fui busca-lo. Fica tambem como uma referência atrasada ao dia da criança.
Publicado por maria às 09:14 PM | Comentários (4) |
Concurso "Fotografe a Lua!"
Regulamento, prazos e prémios disponíveis neste link. Não se atrasem, porque o prazo é muito curto :)
Publicado por maria às 09:02 PM |
Arte Nova II

Tratada por quem sabe, a fotografia do post anterior ficou mais bonita. Obrigada, Zé António.
Publicado por maria às 08:35 PM | Comentários (3) |
Arte Nova

Seduzem-me as formas que tomam as grades nos edifícios Arte Nova, quase desenhadas por um único gesto.
Publicado por maria às 01:20 AM | Comentários (4) |
junho 01, 2004
Verdadeiros Tesouros
Foi um post do Zé António que me fez recordar este outro texto, vindo do outro lado do Atlântico. Em comum, a evidência que as palavras dos outros nos conseguem ensinar a ver, a pensar, a sentir, a agir e quem sabe a viver. Ás vezes os nossos sentidos precisam de ser despertados, porque pelo hábito ficam embotados e deixam de apreciar o que os envolve.
A oferta de um olhar diferente, traduzido em palavras ou em imagens, consegue pintar de novas cores o que nos envolve, consegue muitas vezes devolver confianças e sonhos.
“O dono de um pequeno comércio, amigo do grande poeta Olavo Bilac, abordou-o na rua e disse:
- Sr. Bilac, estou precisando vender o meu sítio que o senhor tão bem conhece. Será que o senhor poderia redigir um anúncio para o jornal?
Olavo Bilac apanhou o papel e escreveu:
- Vende-se uma encantadora propriedade, onde cantam os pássaros ao amanhecer no extenso arvoredo cortado por cristalinas e marejantes águas de um ribeirão. A casa banhada pelo sol nascente oferece sombra tranquila das tardes na varanda.
Meses depois topa o poeta com o homem pergunta-lhe se havia vendido o sítio.
- Nem pensei nisso, disse o homem. Quando li o anúncio é que percebi a maravilha que tinha.
Ás vezes não descobrimos as coisas que temos connosco e vamos longe atrás de miragens de falso tesouro. Valorize o que você tem, os amigos que estão perto de você, o emprego que Deus lhe deu, o conhecimento que você adquiriu, a sua saúde, o sorriso de seus pais, esses são os verdadeiros tesouros!”
Publicado por maria às 11:16 AM | Comentários (5) |
Contando os dias …

Eu não estava a contar os dias, mas o MG chamou-me a atenção. MG esta é para ti.
Hoje um vento forte empurrava nuvens que rapidamente cobriam o azul do céu, deixando uma textura mesclada de tons suaves que me agradou. O farol, mais uma vez, teima em espreitar nas minhas fotos. É difícil passar pela beira-mar e não ser seduzida por ele, ou como tema, ou como fundo.

Publicado por maria às 01:14 AM | Comentários (8) |





